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sábado, 21 de agosto de 2010
Handebol - Vídeo Berni - Força ou inteligência
Handebol - 1ª parte
HISTÓRIA DO HANDEBOL
O handebol de campo foi regulamentado em 1919 pelo alemão KARL SCHELLENZ, professor de Educação Física. Jogado por moças, num campo de 40m x 20m, era chamado handebol de campo. Com o passar do tempo, o interesse despertado foi tão grande que o esporte começou a ser disputado também por homens. As medidas do campo foram aumentadas, adaptadas ao tamanho do campo de futebol, e jogavam duas equipes de onze jogadores cada uma.
O esporte foi evoluindo e ganhando admiradores e praticantes até que, em 1927, foi criada a Federação Internacional de Handebol. Em 1936, foi incluído no programa dos Jogos Olímpicos. Os países que mais se destacaram nesse esporte foram Alemanha, antiga Tchecoslováquia, França, Dinamarca e Suécia. Na Suécia, para que pudesse ser praticado no inverno, o esporte foi adaptado para recinto fechado. Aí surgiu o handebol de salão, com sete jogadores de cada lado. A Alemanha é o país onde é mais praticado, com milhares de desportistas. O handebol chegou ao Brasil em 1930 e vem se desenvolvendo de ano para ano. O handebol de salão é um esporte que exige muitas habilidades e qualidades físicas dos esportistas. Desenvolve, ao mesmo tempo, resistência, coordenação, velocidade e força.
O JOGO
O handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos, como diz o seu próprio nome em inglês: hand = mão e ball = bola. A bola pode ser deslocada durante o jogo através de passes, driblando ou dando até três passos sem driblá-la. Sendo que após receber um passe, driblar a bola e segurá-la não é permitido driblá-la novamente.
O jogo é iniciado no centro da quadra pela equipe que vencer o sorteio da posse de bola. A outra equipe deve ficar em sua área a três metros da bola. Após o apito do árbitro os jogadores podem movimentar a bola em qualquer direção. Durante a partida, entretanto, após ser marcado um gol, para nova saída, a equipe que sofreu o gol, uma vez posicionada corretamente, não precisa esperar o posicionamento defensivo da outra equipe.
O objetivo do jogo de handebol é marcar gols, isto é, colocar a bola dentro da baliza do adversário. Para isso é necessário:
- que a bola seja deslocada por vários jogadores, que a passam entre si para penetrar mais facilmente na quadra adversária, uma vez que individualmente isso é muito mais difícil, mas sem invadir a área de goleiro.
- que os jogadores de um time, passando a bola entre si, desloquem-na até uma posição que permita o arremesso à baliza.
Vence a partida a equipe que, ao final, tiver marcado o maior número de gols. Poderá também haver empate.
Uma equipe de handebol é composta por: sete titulares e sete reservas. Oficialmente, uma partida de handebol compõe-se de dois tempos com duração de trinta minutos cada um e intervalo de dez minutos. Cada equipe tem direito a um pedido de tempo de um minuto (time out) em cada meio tempo de jogo. Os jogos oficiais contam com a participação de dois árbitros, um secretário para fazer anotações e um cronometrista para marcar o tempo.
Observe atentamente a figura a seguir, que representa uma quadra de handebol de salão:
Uma equipe de Handebol tem as seguintes posições:
Goleiro: O goleiro é vital na defesa. Um bom goleiro pode representar mais de 50% da performance de um time. O goleiro é o único jogador que pode se deslocar para qualquer posição da quadra; é o único que pode parar ou rebater a bola com os pés (mas isso apenas na sua área), fora dela deve jogar como qualquer jogador de linha. Só será considerado gol a bola que lançada regularmente ultrapasse inteiramente a linha de gol por, dentro da baliza.
Uma equipe de Handebol tem as seguintes posições:
Goleiro: O goleiro é vital na defesa. Um bom goleiro pode representar mais de 50% da performance de um time. O goleiro é o único jogador que pode se deslocar para qualquer posição da quadra; é o único que pode parar ou rebater a bola com os pés (mas isso apenas na sua área), fora dela deve jogar como qualquer jogador de linha. Só será considerado gol a bola que lançada regularmente ultrapasse inteiramente a linha de gol por, dentro da baliza.
Se o goleiro defender um arremesso ou conseguir um tiro livre, ele deve ter a habilidade e o raciocínio rápido para observar se algum jogador se encontra em uma posição de contra-ataque, fazendo assim o lançamento que deve ser rápido e certeiro. O goleiro não é apenas um jogador de defesa, mas um importante armador de contra-ataques.
Armador Central: Praticamente todas as bolas passam pela suas mãos. É o mais habilidoso. É a "locomotiva" do time no ataque que comanda o curso e o tempo do mesmo. Geralmente é o mais experiente jogador do time, deve saber arremessar com força e ter um grande repertório de passes. Deve possuir grande visão de jogo para se adaptar as mudanças na defesa adversária. Força, concentração, tempo de jogo e passes certos são o que destacam um bom armador.
Meia: São dois em cada time e ficam um pouco mais para o meio da quadra do que o ponta. É o "combustível" do time no ataque. Geralmente possuem os mais fortes arremessos e são os mais altos time. No masculino variam de 1,80 m a 2,10 m e no feminino variam de 1,75 m a 1,90 m. Entretanto existem excepcionais jogadores que são menores que a média, mas possuem arremessos poderosos e técnica muito apurada. Estes são geralmente os jogadores mais perigosos durante o ataque, pois os arremessos costumam partir deles ou de outro jogador o qual tenha recebido um passe dele.
Ponta: Tem dois em cada time, um esquerdo e outro direito. Os pontas jogam bem na ponta da quadra, para atrair a atenção do adversário, e o meio da área ficar livre, sem defensor. Geralmente são eles que começam as jogadas de ataque.são velozes, ágeis e devem possuir a capacidade de arremessar em ângulos fechados. O destaque no arremesso não é a força, mas a habilidade e mira, podendo mudar o destino da bola apenas momentos antes de soltá-la em direção ao gol. Estes jogadores também são muito importantes nos contra-ataques, apoiados em sua velocidade e posicionamento.
Pivô: Joga infiltrado na defesa do adversário, fazendo bloqueios para os companheiros, se posicionando e recebendo bolas na linha dos 6 metros (a área do goleiro). O "coringa" do time no ataque. Seu objetivo é abrir espaço na defesa adversária para que seus companheiros possam arremessar de uma distância menor, ou ele mesmo arremessar em direção ao gol. O pivô possui o maior repertório de arremessos do time, pois ele deve passar pelo goleiro e marcar o gol geralmente sem muita força, impulsão ou velocidade, e em jogadas geralmente rápidas.
Manejo de corpo
FUNDAMENTOS BÁSICOS DO HANDEBOL
Manejo de bola
No handebol a bola deve ser deslocada através de passes, o atleta também pode conduzir a bola, dando até três passos para depois passá-la ou arremessá-la. Esta maneira de conduzir a bola permite ao jogador maior velocidade, segurança e naturalidade nos movimentos.
Recomendações para recepção da bola:
- Receber a bola sempre com as duas mãos.
- Erguer a cabeça, olhando a trajetória da bola.
- Manter os braços semiflexionados para amortecer o impacto da bola.
- Inclinar um pouco o tronco em direção à bola.
- Assim que recebe a bola, o jogador deve segurá-la prendendo-a fortemente entre os dedos, pois do contrário corre o risco de perdê-la. Quando um adversário tentar tomar-lhe a bola, o jogador puxa-a para junto de seu corpo, protegendo-a. Mas atenção: não é permitido ficar mais que três segundos segurando a bola sem movimentá-la. Assim, para evitar a perda da bola, muitas vezes é necessário passá-la a um companheiro.
É a capacidade de movimentar-se e controlar seu próprio corpo, sendo muito importante para o aprendizado de todos os outros fundamentos. São corridas (para frente, para trás, laterais e com mudanças de direção), paradas bruscas, giros, fintas e saltos.
Fintas
Fintas são movimentos que o jogador realiza para desequilibrar e confundir o adversário. As fintas são muito usadas para escapar dos adversários durante a condução da bola, fugir de uma marcação, alcançar uma posição melhor para receber um passe, interceptar um passe adversário e infiltrar-se numa defesa.
Para arremessar a bola ao gol, usa-se a mesma técnica do passe, porém empregando mais força e velocidade, procurando enganar o goleiro quanto à direção da bola. De preferência a bola deve bater primeiro no chão, bem próximo às balizas, pois isto dificulta a defesa.
Tipos de arremessos: simples, com salto e com queda para frente.
Passes
O passe pode ser executado com as duas mãos, porém o melhor é fazê-lo com uma das mãos devido ao tamanho da bola e à maior liberdade de movimentos que ele permite.
Tipos de passe: frontal, baixo, picado e de costas.
- O passe frontal é o mais comum e o mais fácil de ser executado.
- O passe frontal picado serve não somente para enganar o adversário, como também para dificultar-lhe o trabalho de interceptação da bola, principalmente se ele for alto.
- O passe baixo é usado para distâncias curtas. Deve ser executado quando o jogador está de costas para a defesa e precisa manter a bola bem protegida.
- Outro tipo é o passe de costas, muito utilizado para se penetrar na defesa adversária e chegar a uma posição adequada ao arremesso. O atleta segura à bola leva o corpo para um lado e lança a bola para trás. Desta maneira, faz com que o adversário se desloque, deixando um lado livre para que possa executar o passe.Conduzindo a bola, utilizando fintas e passes, as equipes chegam perto da área de goleiro e se preparam para fazer o arremesso ao gol.
Recomendações para o passe:
- Manter sempre a bola fortemente segura nas mãos.
- O braço deve estar alto, normalmente com o cotovelo mais elevado que o ombro.
Arremessos
Tipos de arremessos: simples, com salto e com queda para frente.
Recepção
Está diretamente relacionado ao passe. É o ato de receber a bola de um companheiro.
Drible
O drible em handebol corresponde à ação do (a) jogador (a) em impulsionar consecutivamente a bola contra o solo, podendo para isto, utilizar uma das mãos isoladamente ou as duas alternadamente. Ele é também uma das formas de fazer a bola avançar para a quadra adversária.
Referências Bibliográficas:
Gomes Nogueira. Cláudio José. EDUCAÇÃO FÍSICA NA SALA DE AULA. Rio de Janeiro: SPRINT – 3ª edição, 2000.
Valadares, Solange e Araújo, Rogéria. EDUCAÇÃO FÍSICA NO COTIDIANO ESCOLAR. Regras esportivas oficiais. Belo Horizonte: Ed. Fapi LTDA.1ª edição, 1999.
Ventura Teixeira. Hudson. EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS. São Paulo: Ed. Saraiva – 4ª edição, 2001.
Handebol - 2ª parte
TÁTICAS DO HANDEBOL
Técnica defensiva – como marcar
Durante uma partida, as ações defensivas e ofensivas alternam-se de tal forma que pela lógica deverá prevalecer o resultado positivo em favor da equipe que conseguir maior número de tentos (gols) e se defender melhor, evitando que o adversário tenha êxito em sua ação ofensiva.
Posição básica defensiva do jogador: pernas afastadas, um dos pés um pouco avançado, pernas ligeiramente flexionadas, braços levantados acima dos ombros.
Como se deslocar na posição defensiva: deslocar-se para frente, para trás e para os lados, evitando cruzar as pernas ou saltar para não perder o equilíbrio caso o adversário faça fintas; antecipar-se no sentido de ocupar espaços, impedindo as progressões e mesmo a passagem do adversário.
Movimentação constante dos braços: utilizar os braços e as mãos para se apoderar da bola não dominada pelo adversário, interceptando passes, na disputa da bola rebatida, nas atitudes de defesa dos arremessos.
Saber fazer uso do corpo para obstruir a ação do adversário: barrar com o tronco o caminho do adversário, mesmo que ele não esteja com a posse da bola.
Sistema de marcação individual: A defesa individual deve ser a mais utilizada por aqueles que estão começando a jogar. Neste tipo de defesa, a habilidade de cada defensor é fundamental, pois ele é diretamente responsável por um atacante. Caso este defensor falhe, a equipe deverá dar cobertura necessária fazendo trocas de marcação. Esta situação ou condição favorece a que cada defensor não fique limitado a sua ação individual de simplesmente marcar um dos atacantes, mas estar concentrado no jogo para desenvolver uma visão periférica observando todo o jogo e aprendendo, assim, a fazer trocas e coberturas quando necessárias.
Quando está na defesa, o jogador deve:
- Sempre se manter entre a própria baliza e o adversário;
- Procurar atrapalhar os movimentos do adversário que está de posse da bola, mas sem cometer faltas desnecessárias;
- Não pode agarrar, empurrar ou segurar o adversário;
- Acompanhar atentamente todas as jogadas da equipe atacante;
- Nunca deve perder a bola de vista; zer marcação tão mais próximo do atacante, quanto mais próximo estiver ele da área de goleiro;
- Procurar levar o atacante para as laterais da quadra. Assim, o adversário terá menor espaço para movimentar-se;
- Estar preparado para iniciar rapidamente um contra-ataque tão logo consiga neutralizar um ataque.
Sistema ofensivo: Apresentamos uma formação básica, onde colocamos os jogadores atacantes em duas linhas, ou seja, três jogadores posicionados mais próximos à linha de tiro livre ou de 9 metros e outros três que se colocam próximos à área de gol ou linha de 6 metros:
A partir desse posicionamento básico, são feitas as mudanças de direção e principalmente infiltrações, aberturas de espaços entre os jogadores da defesa.
Contra – ataque: é uma jogada rápida, que constitui a melhor maneira de se chegar ao gol do adversário, pois quando perde a bola, o ataque adversário nem sempre consegue se organizar para a defesa. Ou seja, recupera-se a bola que estava na sua quadra e sua equipe parte para o ataque na quadra do adversário.
Para ser um bom atacante do handebol
a) Estude bem seu marcador;
b) Antecipadamente, tenha na cabeça a jogada que executará quando receber a bola;
c) Seja capaz, mesmo sem olhar, de saber do posicionamento ofensivo dos seus companheiros;
d) Durante a condução da bola, nunca para pensar o que fará com ela;
e) Não permaneça parado. Movimente-se bastante;
f) Mantenha-se afastado do seu marcador;
g) Surpreenda seu adversário com velocidade;
h) Ameace sempre o arremesso ao gol;
i) Use suas habilidades, mas não seja individualista;
j) Apóie seus companheiros na quadra, oriente sem ser agressivo e comemore com sua equipe qualquer ação de sucesso.
REGRAS E PENALIDADES DO HANDEBOL
A área de goleiro
No handebol, a área de goleiro é tão importante que quase todo o jogo depende dela. O próprio goleiro de uma equipe pode sair da sua área e jogar como qualquer jogador, desde que não tenha a bola em seu poder no momento de saída da área.
Fora de sua área, o goleiro é considerado um jogador de quadra e está sujeito às mesmas regras que os demais. Pode voltar para sua área a qualquer momento.
A primeira coisa que você deve saber é que somente o goleiro tem o direito de permanecer em sua área. A área de goleiro é violada sempre que um jogador (adversário ou não): Invade-a propositadamente; Pisa ou cai sobre a linha de área de goleiro com qualquer parte do corpo, e se beneficia desta ação.
Então, se durante o jogo a bola chegar até a área de goleiro, poderá ser devolvida à quadra somente pelo goleiro. É proibido a qualquer outro jogador tocar na bola que ali se encontrar, parada ou rolando ou mesmo com o próprio goleiro.
Ao jogador é permitido barrar com o tronco o caminho do adversário, mesmo que ele não esteja com a posse de bola.
As principais faltas do jogador são:
- Agarrar, empurrar, segurar o adversário;
- Invadir a área de goleiro;
- Usar os pés para apossar-se da bola ou defender-se;
- Ficar com a bola na mão por mais de três segundos;
- Dar mais de três passos sem bater ou passar a bola.
Observe na figura abaixo os locais em que são cobradas os tiros do handebol.
Tiro Lateral
No centro da quadra, o árbitro apitou, dando início à partida, e a bola foi passada para um companheiro. O jogador recebeu a bola, conduziu até a quadra adversária e arremessou. A bola foi interceptada por um adversário e saiu pela linha lateral ou linha de fundo. Um tiro lateral será assinalado pelo árbitro. A bola será reposta em jogo por um jogador que, colocando com um ou os dois pés sobre a linha de lateral, a passa a outro companheiro. Desde que o jogador se mantenha com um pé sobre a linha lateral, poderá fazer a reposição de qualquer maneira, mas de preferência com uma das mãos.
No handebol, para cobrar qualquer penalidade o jogador não pode tirar o pé de apoio do chão.
Tiro Livre
Se um jogador, de posse da bola, é agarrado quando tenta infiltrar-se entre seus adversários, o árbitro marca a infração e determina o tiro livre.
Na cobrança do tiro livre os jogadores da defesa podem ficar alinhados um ao lado do outro, com os braços levantados, formando uma barreira. Devem estar a uma distância igual ou superior a três metros em relação ao atacante com a bola.
O tiro livre é cobrado da linha de tiro livre quando a infração ocorre nas intermediações da área de goleiro. Pode ser executado sem esperar a autorização do árbitro e a formação de barreira. Porém se o árbitro apitar, o arremesso deverá ser executado dentro do tempo de três segundos. Caso se esgote o tempo, será cobrado tiro livre pelo adversário.
Durante a execução do tiro livre, nenhum jogador da equipe que está de posse da bola poderá ficar entre a linha de gol e a linha de tiro livre. Além disso, ao jogador atacante não é permitido atirar a bola contra a barreira. O jogador poderá arremessar ao gol, por cima ou pelo lado da barreira, desde que não ameace a integridade física do adversário. Essas infrações são punidas com tiro livre.
O tiro livre é aplicado quando o jogador:
- Toca a bola com os pés;
- Entra e sai irregularmente da quadra;
- Maneja a bola irregularmente;
- Comete infração nas imediações da área de gol;
- Agarra, empurra ou segura o adversário;
- Dá mais de três passos com a bola na mão;
- Soca a bola para tirá-la do adversário;
- Atira-se sobre a bola que está rolando.
- Quando as infrações não são cometidas nas imediações da área de goleiro, o tiro livre é cobrado do local exato onde ocorreu à infração.
Tiro de sete metros
Quando o jogador se conduz irregularmente, agarra o adversário para impedir clara oportunidade de marcar gol ou lança intencionalmente a bola para o goleiro da própria equipe, é aplicada a penalidade do tiro de sete metros.
Algumas recomendações para o tiro de sete metros:
a) O tiro de sete metros deverá ser executado pelo jogador em até três segundos;
b) Na cobrança do tiro de sete metros o jogador não poderá tirar o pé de apoio do chão; No entanto, é permitida a queda do corpo para frente;
c) Após o apito do árbitro, o jogador não poderá bater a bola no chão;
d) Se o jogador que cobrar o tiro de sete metros infligir qualquer uma das regras acima, a execução será invalidada e será cobrado um tiro livre contra a equipe do infrator;
e) Os jogadores da equipe adversária não poderão ultrapassar a linha de tiro livre até que o tiro de sete metros seja cobrado. Se isto acontecer, haverá repetição da cobrança do tiro de sete metros.
Exclusão
Uma exclusão deve ser dada nos seguintes casos: a) Substituições irregulares; b) Repetidas infrações no comportamento para com o adversário; c) Conduta antidesportiva repedida por parte de um jogador.
A exclusão será sempre de dois minutos de jogo, durante os quais o jogador punido não poderá ser utilizado. Sua equipe só poderá ser completada depois de esgotado o tempo de punição. Se um mesmo jogador for excluído por três vezes, será desqualificado automaticamente.
A equipe cujo jogador tenha sido desqualificado jogará com um elemento a menos durante um período de dois minutos. Passado este tempo, a equipe pode colocar outro em seu lugar.
Expulsão
A expulsão será dada em caso de agressão dentro ou fora da quadra. Considera-se motivo de expulsão uma agressão física cometida contra um jogador, árbitro, secretário e demais oficiais ou espectador. O árbitro anuncia a expulsão elevando os antebraços cruzados na altura da cabeça. O jogador expulso não será substituído.
Referências Bibliográficas:
Gomes Nogueira. Cláudio José. EDUCAÇÃO FÍSICA NA SALA DE AULA. Rio de Janeiro: SPRINT – 3ª edição, 2000.
Valadares, Solange e Araújo, Rogéria. EDUCAÇÃO FÍSICA NO COTIDIANO ESCOLAR. Regras esportivas oficiais. Belo Horizonte: Ed. Fapi LTDA.1ª edição, 1999.
Ventura Teixeira. Hudson. EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS. São Paulo: Ed. Saraiva – 4ª edição, 2001.
Fontes:
tp://www.sescgo.com.br/CENESC/Apostilas%20de%20Educa%C3%A7%C3%A3o%20F%C3%ADsica%20EF%20II%20(enviadas%20dia%2011-05)/APOSTILA%202o%20BIMESTRE%207o%20ANO%20-%20HANDEBOL%20-%20VAL%C3%89RIA.pdf
ttp://www.docstoc.com/docs/892343/HANDEBOL
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